vamos cá ter uma conversinha. Lembras-te daquela reação que eu tinha graças a ti sempre que ia a uma prova de atletismo? Sabes, quando eu ficava nervosa, enjoada com vontade de vomitar durante a prova? Nunca to disse, mas já nessa altura não achava nenhuma piada a isso. Tudo bem que era uma competição, tudo bem que havia um pódio. Mas por favor, não havia cá medalhas de ouro, nem de prata nem de bronze. Isto tudo para te dizer que, se já nessa altura não achava piada a isso e achava que tu devias servir era para me espicaçar a fazer os sprints finais naquelas malditas provas de 1000 metros para conseguir bater aquela lingrinhas da Alexandrina daquele clube cujo nome já não me recordo(sim, ainda me lembro do nome dela, mas já lá vão mutos anos, não me consigo lembrar de tudo), então agora muito menos, que isto é só uma corridita na desportiva, caraças! Por que raio fico eu com vontade de vomitar quando começo a ver ou o tempo que eu estipulo para o treino a chegar ao fim ou o local da meta? Não quero mais destas coisas, estamos entendidas?
sábado, 5 de outubro de 2013
Tal como prometido
Não houve mortes nem feridos, por isso, cá vão as fotos do jantar de ontem, desde a preparação ao resultado final. Toda uma sequência complicada, como devem imaginar, todos os que conhecem o Duarte. Mas ele safou-se bem. Oh se se safou! Mas não se vai safar tão bem da próxima vez que não quiser cozinhar, nem que faça um misto de omelete/ovos mexidos com resto de lombo de porco assado no forno. Ele que faça o que quiser, mas vai ocupar aquela cozinha mais vezes, oh se vai! =P
Ficam então as fotos de um jantar mexicano que saiu para a mesa das meninas que pediram com pouco picante. ;)
a inspiração
Le Chef
a preparação
prontinhos a ir ao forno
et voilà: tomates recheados para entradas
Burritos de peru como prato principal
Por aqui, está tudo bem, obrigada!
Estou viva! Não se deu nenhuma ida repentina à casa de banho, portanto o menino Duarte vai passar a cozinhar para mim de vez em quando que se lixa! Já não há desculpas ;)
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
A prova do 9
Quando o besugo fez anos, oferecemos-lhe, entre outras coisas, um livro de receitas, receitas fáceis, claro! ;) Hoje, está ele de volta dos tachos e panelas e cozinhar para nós uma receita desse livro: burritos de peru. Será que é seguro morfar isso daqui a pouco quando ele gritar 'à table!'?
Se não nos der um disenteria entretanto, logo coloco aqui as fotos do manjar.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Romã à colherada
Literalmente. Pelo menos, aprendi como descascar romã sem ficar com as unhas amarelas. Já valeu de algo a minha estadia cá. Agora, se me dão licença, vou só ali pegar na colher e deliciar-me. :)
Pavão, pato ou pardal?
Bem, pavão acho que não sou. Não tenho o hábito de me pavonear que sei fazer ou de me pavonear que faço ou aconteço. Não ando toda pomposa, toda galante e sem falar para as pessoas. Falo. Falo para a rica e para a pobre. Falo para licenciada e para a que se ficou pela antiga 4º classe. Falo para o doutor e para a senhora da limpeza. Falo. Falo e rio-me. Ok, posso não cumprimentar sempre as pessoas com dois beijos, mas falo; cumprimento-as com um 'Olá' o mais sorridente e sentido possível, o que, às vezes, vale mais do que dois beijos. Depois, também não acho que seja daquelas pessoas que sabe tudo. Costumo pedir muitas vezes ajuda para os mais variados assuntos. E, o mais importante!, não tenho problema com isso. Por isso, não, pavão não sou. Até porque o pavão só sabe mesmo pavonear-se. Tem aquele aspeto lindo mas serve apenas para isso. É ave, mas nem voa!
Mas temos momentos na vida em que pensamos em exagero. Pensamos demais. E neste momento, não sei no que me estou a tornar. Se num pardal. Que, embora só saiba voar, fá-lo com elegância e classe. É inteligente, independente, livre, não se deixa apanhar. Se num pato que sabe fazer três coisas: voar, andar e nadar. E não faz nenhuma delas bem a 100%.
Isto tudo para dizer que, neste momento, no meu cérebro há um turbilhão de pensamentos e não sei se hei de investir numa área nova, na mesma em que já investi ou em nenhuma e deixar estar o dinheiro onde está e 'esperar para ver' mais uns tempos. Por um lado, queria tirar um curso numa nova área (dentro da medicina dentária, claro) - talvez me abrisse novas portas. Por outro, tenho medo de estar a alargar de mais os meus horizontes, sem me concentrar numa área especifica e de estar a fechar as poucas janelas que ainda se poderão ir abrindo. Tenho medo de divagar, de querer saber fazer de tudo e de no fim, não saber fazer nada afinal. Mas concentrando-me numa área não estarei também a limitar muito o meu raio de ação?
Um dia
Estive quase para me juntar à grande moda e trazer um frasco de nutella personalizado hoje para casa. Ou isso, ou apenas a etiqueta para colar na porta do quarto, que se eu trouxesse o frasco era para o morfar em menos de nada.
Um dia trago. Mas hoje ainda não foi o dia.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Fiquei em estado de choque
quando constatei que ainda há pessoas - sexo masculino, claro! - que acham que os pensos higiénicos são colocados com o lado absorvente para as cuecas, porque a cola as poderia estragar! Pergunto eu: o penso virado ao contrário absorveria o quê mesmo?!
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Coisa chata, esta!
Epá, vocês bloggers que têm aquela cena do 'prove que não é um robot' nos comentários são uma seca! Mas provar para quê? Que eu saiba são mesmo os humanos os responsáveis pelos comentários mais parvos e descabidos que eu conheço. Mudem lá isso vá! É que até comento menos só por saber que tenho que decifrar um número e um conjunto de letras que, na maioria das vezes, é indecifrável!
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