Pois que também não percebo esta moda dos finalistas. Finalistas são os do 12º e os da Universidade. O resto?! O resto serve apenas para fazer os pais gastarem, ainda!, mais dinheiro.
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terça-feira, 1 de julho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Incompatibilidades.
Piercing no nariz. Mas um medo incontrolável de agulhas. Ninguém diria.
É o pão nosso de cada dia por aqui.
É o pão nosso de cada dia por aqui.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
As fronteiras da (minha) vida
E assim são elas.
As nossas fronteiras. Ou, pelo menos, assim têm sido. Aproximando-se e afastando-se, num vai-vem constante. Numa constante batalha consentida, num jogo permitido por ambos. E nas trincheiras sinto as minhas a quererem mais, cada vez mais. A quererem transpor os seus limites e, automaticamente, invadir os teus.
Às vezes, observam-se mutuamente, à distância. Noutras, quase se tocam, andando próximas, muito próximas, mas nunca chegando a cruzar-se. Nunca chegam a fundir-se, a tornar-se numa só, que nisto das fronteiras, para mim, só interessa uma: a nossa.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Há coisas que me agastam #4 : É a crise; a culpa é da put* da crise!
É culpa da crise que os centros comerciais estejam cheios; é culpa da crise que os milhares de pessoas que se passeiam pelos centros comerciais estejam carregados de sacos; é culpa da crise as filas e filas nos supermercados de pessoas com os carrinhos cheios; é culpa da put* da crise a área da restauração estar a abarrotar de gente e não ter nem um lugarzinho livre para que eu posso comer, ao menos em dez minutinhos, a marmita que trouxe de casa; é culpa da put* da crise as tatuagens, os piercings, as unhas de gel, os cabelos arranjados, as malas de pele , os iphones, ipods, iphodes e essas merd*s todas. Sim, a culpa é da crise! A culpa de as pessoas não irem ao dentista. Porque, caramba, se não houvesse crise, as pessoas não tinham que optar e podiam também cuidar da sua saúde. Assim, são obrigadas a escolher. E optam por aquilo que é realmente importante: a futilidade.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Há coisas que me agastam #3
Não gosto de agulhas. Não gosto de saber que me vão picar. Mas, ainda assim, fiz os segundo furos das orelhas quando devia ter uns 14 anos e, agora mais recentemente, fiz uma tatuagem. Não era capaz de fazer um piercing, embora gostasse 'pra caraças!' de ter um. A tatuagem ainda a fiz porque a agulha é finíssima - o que não quer dizer que doa menos, porque na tatuagem massacram a mesma zona da pele até dizer chega, mas o psicológico nestas coisas também conta - e porque deve ter apenas uns 12 centímetros quadrados. Não gosto de levar anestesias, não gosto de tirar sangue, pelo-me de medo só de imaginar que algum dia terei que levar soro. Mas não faço fitas. Calo-me caladinha quando é para fazer análises, por exemplo. Adio até à última, mas quando vou é para ser crescidinha. Se o sou para as tatuagens, também me obrigo a ser para as coisas que realmente importam! E teria vergonha de mim mesma se assim não fosse.
E isto tudo para dizer que hoje, pela segunda vez, apareceu-me um paciente com piercings e tatuagens por todo o corpo só a mandar cenário. O pior foi quando tive que o anestesiar. Até achava que lhe ia dar alguma coisinha má, tal foi o contorcionismo que eu vi naquela cadeira. E isto tudo por três segundos de mau estar. Então, eu pergunto-me: se foi assim para tratar um dente, como terá sido quando foi furar as sobrancelhas e a língua e tatuar, pelo menos, meio braço? Ou aí já não custa nada e só custa quando é com o dentista?
sábado, 14 de dezembro de 2013
É só isto.
Gosto do Inverno. É um facto. Gosto do frio, dos casacos, dos cobertores quentinhos, dos chás, da lareira, das pantufas. Gosto de neve.
E tenho uma enorme pena de nunca ter visto nevar.
E tenho para mim que ainda não vai ser este ano, dado a terra onde estou.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Nossa que 'biolêêêência'!
É com notícias destas que eu me sinto uma lontra. Então o miúdo corre-me 21km, em 2h30min e eu nem 1 hora seguida consigo correr, não passando ainda dos 7km?! Caraças pah! Mais valia não ter sabido disto. É que se o propósito era fazer-me sentir mal, parabéns!, conseguiram. A minha alma está parva!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Pergunta para queijinho #2... desta vez pode ser brie!
Se o sapato da Cinderela encaixava tãããão bem, por que raio ele caiu?
sábado, 19 de outubro de 2013
Pergunta para queijinho... da Serra, que é dos bons!
Cair de paraquedas...
Não notam aqui uma ambiguidade nesta expressão, tendo em conta a definição de paraquedas? Se eles servem para nos amparar, para impedir uma queda repentina, uma queda a pique, porque razão 'cair de paraquedas' significa exatamente chegar a um determinado sítio de forma inesperada, repentina, do nada?
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Mas que peso!
Já não dou uma corridinha desde sábado e nem imaginam o peso que tenho nas consciência! Hoje tive oportunidade para ir mas estava tão cansada de ontem - sim, porque ontem cheguei a casa cheiinha de sono e com a certeza que se me deitasse àquela hora adormeceria num ápice, mas para isso teria que me ter deitado efetivamente àquela hora, o que, como é óbvio, não aconteceu, antes pelo contrário! Com o computador à frente, perco-me... Mas avante. Como estava dizer, estava tão cansada pelo dia de ontem e hoje também me levantei cedo que, na verdade à tarde, quando tive oportunidade para ir dar uns passitos mais apressados não me apeteceu e acabei mesmo por ficar a dormir uma bela de uma sesta. Soube-me bem, não posso negar. Mas agora a consciência pesa e amanhã, sem falta, lá terei que ir treinar.
Entretanto, tenho aqui mais umas quantas músicas para adicionar à playlist que me acompanha. O novo álbum dos Pearl Jam. Musiquinha para os meus ouvidos, é o que é! Deixo-vos com o primeiro single, muito bem escolhido, por acaso.
dos dias longos...
Hoje foi um dia assim. Saí cedo de casa, cheguei tarde, bem tarde. Pelo meio, passaram-se 13 horas. 13 horas de trabalho numa clínica onde caí de para-quedas, com pessoas cujo nome não sabia (e ainda não sei!), com uma agenda a abarrotar pelas costuras e com um software informático que nunca vi na vida e ainda por cima em espanhol! Basicamente, cheguei a meio da tarde e já nem um tratamento sabia como introduzir naquele maldito programa. Parecia um burro a olhar para um palácio sempre que as consultas acabavam e eu tinha que apontar qualquer coisa. Senti-me perdida entre aquelas quatro paredes do consultório umas quantas vezes durante este dia. Mas, no fim, o saldo foi positivo. As pessoas parecem porreiras, a clínica é 5 estrelas, os pacientes são do mais variado que há, logo, há também muita variedade de tratamentos e, o principal, não tenho tempos mortos - apesar de, ao fim do dia, isso se repercutir num nó brutal dentro deste meu cérebro. Cheguei a casa e a única que me apetecia dizer era para me ligarem às máquinas que estava à morte. Mas, entretanto, lembrei-me que se visse a Casa dos Segredos serviria na perfeição para desatar este nó. Já que não é preciso fazer qualquer exercício mental para me manter atenta. =P E é o que estou a fazer neste preciso momento: a tornar-me um pouco acéfala. ahahah
Ah, e arranjei facilmente lugar para estacionar o carro! ;)
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Inquietações
Amanhã marcará o início de uma nova etapa para mim. E são tantas as dúvidas que pairam nesta cabecinha. Será que vou gostar? Será que vão gostar de mim? Será que me vou adaptar a um método diferente de trabalho? Será que me vou adaptar às pessoas novas com que agora vou passar a lidar? Será que elas se vão adaptar a mim? Este sentimento de não saber o que me espera, este medo do desconhecido... Enfim, são tantas as hipóteses que, sinceramente, sinto-me apavorada. Mas, no fundo, sei que é normal esta minha inquietação. Afinal de contas, não sei rigorosamente nada de como vai ser. E como se não bastassem todas estas questões, ainda tenho que me preocupar com o facto de não saber onde é que vou estacionar o carro!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Há coisas que me agastam #2
E esta minha tendinite na pata de ganso é uma delas. Mas que raio! Anda uma pessoa a treinar para voltar a estar em forma e, assim que faz uns treinos com mais regularidade, pimbas, o joelho queixa-se logo, grandessíssimo fdp*! Agora resta-me, o gelo. O meu melhor amigo, nos próximos dias.
*perdoem-me as asneiras, mas não me contenho.
Há coisa que me agastam #1
Sabem aquela coisa da energia de retorno e que se as coisas nos começam a correr bem nós ficamos mais animados e motivados, atraímos mais energia positiva que, por seu lado, faz com que mais coisas boas nos aconteçam, formando-se, aí, um ciclo vicioso positivo? Pois, realmente acontece. Mas eu devo ter aqui neste cérebro de ervilha ranhoso algum ponto que, mesmo inconscientemente, me deixa sempre de pé atrás em relação às coisas positivas que me vão acontecendo. E depois, quando se começa este ciclo, os acontecimentos positivos vão realmente aparecendo, mas sempre com um pormenorzinho para complicar. Na mesma semana ligam-me duas clínicas. Para os mesmos dias. É disto que falo. Oh sorte.
Bardices de cá #5: Eu, Alfredo.
Passo a explicar.
Estão a ver os homens quando se mascaram de mulheres no carnaval e se lembram de calçar uns sapatos de salto e são incapazes de andar neles sem arquear pernas e sem parecer uns destrambelhados? Assim sou eu, quando calço saltos e tenho que percorrer os 50 centímetros de terraço empedrado entre o carro e portão. Nesse pequeno percurso, transformo-me em Alfredo, o travesti. É que não consigo caminhar direita naquelas pedras. Claro que depois volto à postura inicial e é como se não se tivesse passado nada, mas aqueles três passitos são coisa para acabarem com a reputação de uma pessoa.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Desafabos #4
Espanta-me o enorme sentido prático de certas pessoas. E romantismo. Ui, o romantismo, então, nem se fala!
A minha alma está parva.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
I made it!
Temos andado a correr 30 minutinhos umas 2 a 3 vezes por semana. Para esta semana estava estipulado que estava na hora de aumentar o tempo de corrida para os 40', que os 30 já estavam a ser tranquilos. De referir, atenção, que corremos este tempo mas é a um ritmozinho leve, nada de encarnações em gazelas esvoaçantes! Mas depois de ontem quase me terem saído os pulmões pela boca ao fim de 20 minutos, achei que algo se estava a passar comigo e que não ia conseguir atingir o objetivo dos 40 minutos ainda esta semana. Mas hoje, após ter dormido 4h, ter saído de casa as 10 da manhã e chegado passado 6 horas, depois de ter feito 200 km e de estar estafada e de achar que nem 3 passos acelerados conseguiria dar; hoje, depois disto tudo lá fomos nós. E eu, não só dei os 3 passos acelerados, como também cumpri com o estipulado. Talvez num ritmo um tanto ou quanto inferior, mas caramba!, consegui. E isso é o que, neste momento, me interessa! E sinto-me uma grandona por isso! ahahah Amanhã talvez me arrependa, mas, já será outro dia. =D
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Isto do Outono
As primeiras chuvas (que eu adoro, não nego!), deixam aquele cheiro característico a terra molhada. Mas isto do Outono traz um grande inconveniente, ou dois, na verdade: o que vestir e o que calçar! Nesta altura do ano vemos de tudo! pessoas de chinelo de enfiar no dedo ao lado de pessoas de botas à cavaleiro; pessoas de calções ou saias curtas ao lado de pessoas de casacões. É uma mixórdia, é o que é! Eu também padeço do mesmo mal. Principalmente no que toca ao calçado. Nunca sei o que pôr nos pés nesta altura (é nesta altura e na Primavera). Chinelos de enfiar no dedo acho desapropriado (então se chover! =P); botas acho que ainda é cedo. E sabrinas? Perguntar-me-ão vocês. Gosto muito de sabrinas mas é nos pés das outras, que os meus ficam autênticas bolachas esparramadas dentro desse tipo de calçado. Portanto, até meio do mês de Outubro, altura em que já considero apropriado o uso de umas botas ou uns botins, vou andar sem saber o que calçar. E pior! vou pertencer à mixórdia que tanto critico! E isto é coisa para me tirar anos de vida.
Desabafos #3
Sabem aquelas pessoas troca-tintas? Aquelas que num momento é tudo ótimo e no momento a seguir é tudo péssimo? Não as tolero. Ponto. E hoje privei de perto com uma. E fiquei logo de mau humor. Foi inevitável.
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