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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Há coisas que me agastam #8*

Aquelas pessoas que se põem a atravessar a estrada, em locais nada apropriados, sem terem atenção se vem carro ou não e, ainda por cima, na maior das caaaaaaaaaaalmas. Oh falta de noção!




*Sim sim, ando cheia de agasturas ultimamente. Deve ser do mau feitio que me assola.

terça-feira, 27 de maio de 2014

quinta-feira, 27 de março de 2014

Há coisas que me agastam! #6

Há alguém desse lado que me saiba explicar por que razão aquela pecita pequena dos brincos, os travões, ficam lassos e deixam de fazer aquilo que lhes compete ao fim de duas ou três utilizações?! Ontem corri os travões todos que lá tenho por casa e estava a ver que tinha que sair sem brincos. Há alguma técnica infalível para que isto não aconteça?

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Há coisas que me agastam #5

Como dentista, vejo muita coisa que às vezes preferia não ver. É que há por aí muita cara bonita e bem arranjada mas assim que abre a boca, literalmente, é um descalabro. E depois eu só penso como é que há pessoas que conseguem beijar bocas assim.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Há coisas que me agastam #4 : É a crise; a culpa é da put* da crise!

É culpa da crise que os centros comerciais estejam cheios; é culpa da crise que os milhares de pessoas que se passeiam pelos centros comerciais estejam carregados de sacos; é culpa da crise as filas e filas nos supermercados de pessoas com os carrinhos cheios; é culpa da put* da crise a área da restauração estar a abarrotar de gente e não ter nem um lugarzinho livre para que eu posso comer, ao menos em dez minutinhos, a marmita que trouxe de casa; é culpa da put* da crise as tatuagens, os piercings, as unhas de gel, os cabelos arranjados, as malas de pele , os iphones, ipods, iphodes e essas merd*s todas. Sim, a culpa é da crise! A culpa de as pessoas não irem ao dentista. Porque, caramba, se não houvesse crise, as pessoas não tinham que optar e podiam também cuidar da sua saúde. Assim, são obrigadas a escolher. E optam por aquilo que é realmente importante: a futilidade.
 
 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Há coisas que me agastam #3

Não gosto de agulhas. Não gosto de saber que me vão picar. Mas, ainda assim, fiz os segundo furos das orelhas quando devia ter uns 14 anos e, agora mais recentemente, fiz uma tatuagem. Não era capaz de fazer um piercing, embora gostasse 'pra caraças!' de ter um. A tatuagem ainda a fiz porque a agulha é finíssima - o que não quer dizer que doa menos, porque na tatuagem massacram a mesma zona da pele até dizer chega, mas o psicológico nestas coisas também conta - e porque deve ter apenas uns 12 centímetros quadrados. Não gosto de levar anestesias, não gosto de tirar sangue, pelo-me de medo só de imaginar que algum dia terei que levar soro. Mas não faço fitas. Calo-me caladinha quando é para fazer análises, por exemplo. Adio até à última, mas quando vou é para ser crescidinha. Se o sou para as tatuagens, também me obrigo a ser para as coisas que realmente importam! E teria vergonha de mim mesma se assim não fosse.
 
E isto tudo para dizer que hoje, pela segunda vez, apareceu-me um paciente com piercings e tatuagens por todo o corpo só a mandar cenário. O pior foi quando tive que o anestesiar. Até achava que lhe ia dar alguma coisinha má, tal foi o contorcionismo que eu vi naquela cadeira. E isto tudo por três segundos de mau estar. Então, eu pergunto-me: se foi assim para tratar um dente, como terá sido quando foi furar as sobrancelhas e a língua e tatuar, pelo menos, meio braço? Ou aí já não custa nada e só custa quando é com o dentista?

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Há coisas que me agastam #2

E esta minha tendinite na pata de ganso é uma delas. Mas que raio! Anda uma pessoa a treinar para voltar a estar em forma e, assim que faz uns treinos com mais regularidade, pimbas, o joelho queixa-se logo, grandessíssimo fdp*! Agora resta-me, o gelo. O meu melhor amigo, nos próximos dias.
 
 
*perdoem-me as asneiras, mas não me contenho.

Há coisa que me agastam #1

Sabem aquela coisa da energia de retorno e que se as coisas nos começam a correr bem nós ficamos mais animados e motivados, atraímos mais energia positiva que, por seu lado, faz com que mais coisas boas nos aconteçam, formando-se, aí, um ciclo vicioso positivo? Pois, realmente acontece. Mas eu devo ter aqui neste cérebro de ervilha ranhoso algum ponto que, mesmo inconscientemente, me deixa sempre de pé atrás em relação às coisas positivas que me vão acontecendo. E depois, quando se começa este ciclo, os acontecimentos positivos vão realmente aparecendo, mas sempre com um pormenorzinho para complicar. Na mesma semana ligam-me duas clínicas. Para os mesmos dias. É disto que falo. Oh sorte.