sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Dramas domésticos.
Cinco minutos depois de ter lavado a loiça cá de casa e também a dos vizinhos, já tenho ali o lava-loiça cheio novamente. É bruxa. Só poooooooode ser bruxa! -.-
Os ingleses. Aquele espécime estranho.
Assim que está céu azul e os raios de sol se fazem sentir é vê-los nas esplanadas de pés e ombro ao léu a disfrutarem da sua cerveja. Tudo bem que hoje está um diazinho primaveril e que numa esplanada até já se aguenta só com um casaquinho mas fresco, mas daí a ficar quase despida vai uma grande diferença. Não tarda, estão a fazer praia.
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Ideia de génio.
Uma revista conceituada, uma modelo e uma produção fotográfica. Até aqui, nada de novo. Não fosse a produção ter sido feita em gravidade zero. A revista foi a Sports Ilustrated e a modelo a Kate Upton. Ficou gira, sim senhor, mas o melhor mesmo é verem o vídeo do making of*.
http://link.brightcove.com/services/player/bcpid2869183374001?bckey=AQ~~,AAAB9mw57HE~,xU4DCdZtHhuIakVdyH5VnUosMOtC9a9v&bctid=3088023878001
*Não consigo aqui colocar o vídeo, mas copiem e abram o link e riam-se! :)
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Esta vida de pobre.
Uns amigos meus chamaram-me para ir com eles ao México em Junho. Tenho passado os meus últimos dias em agências de viagens e perco-me a ver destinos como Maurícias, Maldivas, Vietnam, Tailândia, Jordânia. Ainda por cima uma outra amiga foi agora de férias para o Brasil e inunda-me o feed do facebook com autênticos wallpapers. E a mim só me apetece rogar pragas aos meus pais que me fizeram bonita em vez de rica. E pedir a todos os santinhos e mais alguns que me mandem muitos doentes ao consultório para que eu consiga fazer pelo menos uma viagem assim por ano. É que já que não sou rica e não posso simplesmente querer ir, comprar e pôr-me a andar, ao menos que tenha trabalho que me permita assim uma loucura de vez em quando. Já só penso em Junho.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Dos dias que nunca mais acabam.
Levantar-me, arranjar-me e por-me a caminho da clínica para começar a trabalhar às 9 e meia. Sair depois das 19h e voltar para casa. Chegar a casa antes das 20h, vestir o fato de treino, engolir qualquer coisa a correr, escovar os dentes e voltar a sair para Faro para uma corrida. Correr meia hora. Pegar em mim e ir às compras que o frigorífico estava nas lonas. Chegar a casa já depois das 21h30. Lavar a loiça acumulada durante o fim de semana (sim, sou uma dona de casa exemplar! =P). Pôr sopa ao lume e tomar banho enquanto coze. Pôr roupa a lavar. Jantar. Dar uma arrumadela relâmpago ao quarto. São 23h e estou finalmente pronta para me deitar, cheiínha de dores nas pernas e a amaldiçoar o dia.
Agora expliquem-me, como é que se faz quando se tem filhos?
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Desumanizar.
Está finalmente na minha mesa de cabeceira. Já lhe li o primeiro capítulo. E, a continuar desta forma, assusta-me um pouco achar que uma criança de oito anos pode ter pensamentos destes. Fortes e completamente desapropriados para a idade. Estou ansiosa para ter um tempinho para devorar mais estas linhas.
(desde o início do ano, já foram 4; acho que vou no bom caminho na construção da minha estante).
Aventurámo-nos no caseiro.
Foi essa a experiência do fim de semana. O caseiro. Na verdade, nós só nos aventurámos a comê-lo, que quem o fez foi o chefe do costume. E, bem, posso dizer que, para primeira vez, não estava nada mau, não! Mas aquilo dá uma trabalheira, que vou-vos contar. Talvez com a prática, as coisas se façam com maior fluidez, se é que me entendes M. ;)
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
(Entre parêntesis)
(Sempre fui de ciências, de discurso direto, frontal, de raciocínio rápido e pensamentos nunca abstratos. Sempre gostei de escrever, mas tudo o que escrevia me saía sem floreados e sem grandes metáforas. Porque para mim a vida não tem metáforas e não há floreados que nos valham quando as coisas não estão bem. Também, para quê complicar quando podemos dizer o que há para dizer e pronto? O problema é quando nem isso me sai. Nem o básico. Às vezes, tenho uma ânsia enorme de falar e expulsar tudo aquilo que me entope. Tudo aquilo que me tira o sono ou, pelo menos, que me faz demorar a adormecer (que, sinceramente, é pouco o que me faz ficar acordada durante toda a noite). Mas nada me sai. As palavras ficam grudadas no meu interior, agarradas como gosma; não sei se nos pulmões e, por isso, não as consigo sequer expulsar, ou se se acumulam já só nas cordas vocais. Muitas delas, estou certa, não chegam sequer a passar numa única sinapse; não passam de pensamentos, não percorrem sequer um nanómetro do sítio onde são formulados. Mas as que se acumulam já nas cordas vocais, era só um empurrãozinho e elas vinham cá para fora. Mas então, porque não tenho eu força suficiente para isso? Porque que é que esta inércia que de mim se apodera tem de ser mais forte? É que nem era preciso estar com grandes discursos; não eram precisas grandes metáforas. Afinal de contas, era tão fácil. Bastava um simples 'gosto de ti'.)
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Notícias da atualidade.
Por causa do sorteio "Fatura da Sorte" já há alterações de hábitos dos portugueses. Oram espreitem aqui porquê.
;)
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