quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Será?

Pronto, que eles terminaram já se sabe. Custou-me muito acreditar porque os achava o 'casal perfeito'. Mas já devia calcular - pelo menos já tenho provas e mais que provas - que nisto do amor não há cá 'perfeição'. É pá, mas trocar a Cláudia Vieira que é um mulherão, linda, simpática, bem formada e resolvida profissionalmente pela Sara Matos que é uma miúda e, segundo se consta, arrogante? Ai Pedro, Pedro onde é que andas com a cabeça rapaz? Espero que estas notícias não passem de boatos. Que sinceramente, achava-te com mais discernimento, pah!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Opá, nããããããããõoooo! xD



A competência de certos jornalistas mata-me! xD
 
Até já o estou a imaginar - ao Deco, mas ao futebolista - sentado na secretária do escritório com Google Maps à frente a descortinar qual o ponto de venda com o gás mais barato e a enviar mensagem à pessoa que lhe pediu a informação. Coitado, não vai ter mãos - dedos, neste caso - a medir.  

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Ainda há esperanças!

Hoje volto às corridas que o Pedro Teixeira está solteiro. ;)



Nunca fui muito com a cara dele!

E a carta que agora veio a público sobre a violação à sua filha adotiva, só veio confirmar o que eu sempre suspeitei quando soube que se ia casar com a filha adotiva da sua ex-mulher, com 18 anos. Falo de Woody Allen e da carta que a sua filha Dylan Farrow escreveu no New York Times, onde relatou os abusos de que foi vítima por parte do pai há mais de vinte anos. Tudo bem que este caso pode estar mal contado em alguns pontos mas o facto de ele se ter casado com a sua enteada de apenas 18 anos (irmã adotiva de Dylan, mas só por parte da mãe), revela muita coisa. Quanto mais não seja o interesse por crianças no seio da sua própria família. Não duvido que esta história seja verdadeira. Infelizmente.

Clicks #15 : a simplicidade



"A água da minha memória, devora todos os reflexos."


A simplicidade da vida refletida numa poça de água.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

The Blind Side

Ao ver este filme pela enésima vez, não deixo de me surpreender como é que Michael Oher, que tinha tudo para se tornar uma pessoa rancorosa, vingativa, uma pessoa sem princípios e do lado do crime se revelou uma pessoa amorosa, protetora e do bem. A vida nem sempre lhe sorriu. Mas acabou por ser recompensado pela família que o acolheu e que viu nele um enorme potencial - que, sendo de outro nível económico, bem podia ter fechado os olhos à condição de Michael e não o fez. E é bom saber que ainda vão existindo pessoas assim.
 
 
Em relação ao filme, aquela Sandra Bullock, nossa! Não admira que tenha ganho o Óscar para melhor atriz. Quando for grande, quero ser como ela. :P