quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O referendo e a praxe

Foram os dois grandes temas deste fim de semana. Apesar de me desligar de tudo quando vou visitar as minhas pessoas e de ver pouca televisão e poucas notícias, ainda vou conseguindo apanhar um lamiré daqui, outro dali e sempre dá para formar opinião sobre aquilo que ouço. Já não há muito a dizer em relação a estes dois temas já que já muitas linhas foram escritas.
O referendo só demonstra a falta de tomates dos deputados para fazerem aquilo para que foram eleitos: tomar decisões verdadeiramente importantes, em vez de atirar a batata quente para um povo retrógrada e preconceituoso. Já todos sabemos qual vai ser o resultado desta ida às urnas e, mais uma vez, serão as crianças a perderem com isto. Elas não querem saber se têm um pai, uma mãe, um pai e uma mãe, dois pais ou duas mães. O que lhes importa é que tenham alguém que as ama. Mas parece que o asno do povo português ainda não percebe muito bem isso. O que é pena, porque pronto, assim, as crianças é que se f*dem (perdoem-me a expressão!).
Quanto à história das mortes no Meco, quando aconteceu até tremi. Um grupo de amigos à beira mar é apanhado por uma onda. Quantas e quantas vezes eu e os meus amigos no fim da noite não vamos até à beira mar? Era-me uma situação tão próxima que disse várias vezes que me podia ter acontecido a mim e aos meus. Fiquei realmente transtornada com esta notícia e decidi que nunca mais me aproximaria do mar nestas condições. Mas, com o desenrolar dos acontecimentos, percebe-se agora que a história é outra e que pode estar relacionada com praxes. E que os estudantes não estavam à beira mar; eles entraram na água. Quem é que no seu perfeito juízo entra na água numa noite de Dezembro num mar que nem de Verão é certo? Eu fui praxada e praxei. Não me deixou traumatizada e penso que também não terei deixado ninguém traumatizado. Mas há limites. E, a confirmar-se esta história, isto está para lá de todos os limites do imaginável. E, sinceramente, tão culpado é o tal Dux, que 'ordenou' a entrada no mar, como todos os outros, que foram bem burros ao 'obedecerem-lhe'. No meio disto tudo, só tenho é pena pelos pais e restante família que perderam, muitos deles, a razão de viver e ainda não conseguiram perceber nem porquê nem como, já que o único sobrevivente se recusa a falar, num ato de puro egoísmo.

Deve vir de anedota ;)

Há pouco, no centro comercial passo por um rapaz à conversa com outras pessoas:
 
- 'Fui operado às amígdalas e às anedóides.'

Vá, todos comigo!

A minha oração para casos como os deste fim e semana:
 
Avião da Ryanair que estais no Céu
Santificados sejam os teus motores
Venham a nós as tuas asas
Seja feita a NOSSA vontade, assim em terra como no ar.
Os valium de cada dia já os tomei
Perdoai-me todas as vezes que te chamei galinheiro
Assim como eu perdoarei todos os sustos que já me fizeste passar
E não nos deixais cair em terra
e livrai-nos do mar.
Ámen.
 
 

Eu e os aviões não nos damos bem!

Com o tempinho que esteve durante o fim de semana, não sei como tive coragem para me enfiar num avião. A minha mente estava completamente formatada para todas as possibilidade de cancelamentos de voos, de avisos, de tal modo que ao ouvir:
 
"Avisam-se todos os passageiros que estão a ser tomadas medidas de segurança..." Não dei tempo para que o aviso fosse concluído e comecei instantaneamente a descompensar. Claro que o aviso não era nada de mais, queriam apenas transmitir que estavam a ser tomadas novas medidas de segurança no embarque de líquidos na bagagem de mão. Mas eu, desnorteadinha como sou, nem sequer esperei pelo fim para saber se havia ou não razões para me assustar; fiquei logo taquicardica e a hiperventilar. Não há volta a dar. Estou cada vez pior.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Estoy aqui!


Todos os dias, através das redes sociais, somos bombardeados com vídeos, uns mais engraçados que outros, outros mais 'abre-olhos' que alguns. Este que aqui vos deixo é só mais um exemplo de uma boa iniciativa. Desta, para com os cães de rua. Sou louca por cães e pela sua capacidade de nos mostrar que são seres simplesmente irresistíveis e excecionais. E que, sem dúvida, são melhores que a maioria dos seres humanos, e aqui, até eu me incluo. São genuínos, amam-nos de uma forma incondicional e sem esperar nada em troca - coisa que com os seres humanos é raro acontecer. Por isso, todas as iniciativas para os ajudar são de louvar. Vejam, e digam-se só se não apetece sufocá-los de mimo? E que a mim...















Pequeno aviso à navegação.

 
Eu vou de fim de semana. E este blog também. Mas se, entretanto, não voltar lá para terça-feira...



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sinto-me uma inculta!

Uma inculta mas daquelas à grande. Dos dois grandes nomeados aos Óscares, não vi nenhum deles e nem nunca tinha ouvido sequer falar do 'Golpada Americana'.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Esse ódiozinho de estimação que se criou

Esse ódiozinho pelo Rock in Rio. Não o percebo! Não sei porque é que as pessoas vão as páginas oficiais do festival e mesmo dos artistas destilarem ódio por causa de um festival. Tudo bem que já há muito o RiR deixou de ser um festival Rock - em Portugal, nem nunca o foi! - mas eu achava que o que interessava às pessoas era terem os seus grupos favoritos a atuarem no nosso país para que estivesse mais ao alcance poderem ir assistir a um concerto. Mas não, ao que parece, o que importa é eles virem cá, sim!, mas a determinados festivais, um Alive ou um SBSR, agora no RiR é que não. Dá-me ideia que o que parece é que é preferível eles nem virem do que atuarem no Rock in Rio. O que, sinceramente, eu acho estúpido. Epá, se eu fosse mega fã de um qualquer grupo tanto me dava como se me deu se eles atuavam nos Coliseus, no RiR, no Alive ou na Expofacic, o que eu queria mesmo é que eles cá viessem para eu os poder ver. Até porque, se pensarmos assim só um bocadinho, aposto que o público que vai assistir a QOTSA ou Arctic Monkeys não deve ser, com certeza!, o mesmo que vai assistir a Robbie Williams. Digo eu, que não percebo nada disto e ainda só fui a dois festivais na minha vida.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A decisão mais louca que já tomei.

Agora que já captei a vossa atenção, confesso que, pronto, não se pode dizer que seja a mais louca. Mas que eu nestes vinte seis anos de existência nunca pensei gostar de coentros ao ponto de eu própria os comprar para cozinhar, lá isso não. Pois é, comprei-os ontem e usei-os numas potas no forno que ficaram só assim para lá de espetaculares. O meu único desgosto foi não poder acompanhá-las com umas belas de umas batatinhas abertas a murro com aquele molho delicioso a regar. Aí sim, seria o êxtase. Mas uma pessoa tem um objetivo a cumprir e pronto, tem que fechar a boca. Mas que estou rendida aos coentros, lá isso estou. Mais um passo dado nesta caminhada de me tornar uma algarvia de gema.