quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Weekend report parte III

Este terceiro dia começou com a saga dos autocarro parte II. Queríamos ir para Belém, tomar um belo de um pequeno-almoço ao Starbucks e encontrar a nossa M. e primeiro que lá chegássemos... Nossa! Que filme! Mas pronto, entre o metro, o autocarro e o elétrico lá conseguimos chegar. Quase a tempo do almoço, mas chegámos. =P Mas ainda deu para beber um dos cafés versão Natal e um delicioso muffin de morango e chocolate branco. E matar saudades da M. que está toda lindona e toda magra, aquela grandessíssima ursa! ;)
 
Quanto ao Congresso, fomos a tempo de ir ver a abertura solene com o Nilton a fazer uma fantástica apresentação. Foi rir do início ao fim. Se conseguir, vou deixar aqui o vídeo de uma das partes desta apresentação, em que ele foi para a rua fazer umas perguntinhas bem engraçadas ao pessoal. É engraçado ver como as pessoas reagem quando são confrontadas com certas questões... mesmo que sejam realmente parvas!
 
A noite ficou marcada por um fiasco de jantar num restaurante turco, onde saiu tudo furado: a comida, o café e, fun-da-men-tal-men-te!, a leitura do futuro nas borras do café. Íamos todas contentes por causa disso, mas como somos meninas e não nos arranjámos a tempo e horas de jantar a horas de gente, quando chegou a altura da leitura a empregada mandou-nos ir dar uma volta ao bilhar grande e disse-nos que devíamos ter chegado mais cedo. Pimbas, que é para aprenderem! Que desilusão! Seguimos para a Festa Oficial do Congresso, que se realizou no Pavilhão de Exposições da Escola de Agronomia, um sítio liiiiiiiiindo!, onde encontrámos os do costume por estas andanças. Sempre os mesmos e sempre iguais. Nada muda!
 
 




Não é lindo este sítio?



 
É filha única esta. Realmente, a única coisa que mudou foi isto: nos outros anos teríamos tirado 500 fotografias desta noite. Desta vez, tirámos uma e foi a custo.
 

Faço parte de um campo de concentração e nem sabia!

Ao explicar a um paciente italiano o que era uma desvitalização e na parte em que digo que temos que remover o nervo do dente, sou interrompida com um:
 
- Remover o nervo?! Que Auschwitz!! 
 
Perdi a fala. Apeteceu-me dizer-lhe que Auschwitz era o estado em que ele tinha aquela boca, mas o coitado dizia que não tinha doença nos dentes e eu não quis desiludi-lo, tal qual ficam as crianças ao descobrirem que afinal o Pai Natal não existe.

Momento WTF #3

Segundo ouvi agora, a febre das pessoas está relacionada com o número de edredões que tem na cama. Está bem.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Chegaram-me hoje cá a casa #3

 
Uma carta escrita à mão. Delícia! :) Há muito que não recebia uma destas, à moda de antigamente. Adorei mamã! :)
 
 
 
Esta, na verdade, já chegou há algum tempo mas só agora calhou publicar. Estas garrafadinhas são coisa para me fazer ir propositadamente à Madeira busca-las. A sorte é que cá, na Marina de Vilamoura já as encontrei também. Entretanto, madrinha, se lá quiseres voltar não há problema: eu faço um esforço, faço umas levadas que até me consolo e trago umas quantas destas na bagagem. Boa?  =P

Já para não falar no sono!*

Isto hoje vai ser sair da clínica direta ao hospital mais próximo para levar umas injeções de morfina. 








Ou então preciso mesmo arranjar um namorado fisioterapeuta. ahahah


*que já é uma constante na minha vida! -.-

Weekend report parte II

Durante a manhã e a tarde deste segundo dia por Lisboa, tratei de pôr o sono em dia. Achei que era um dia bom para isso, mas devo confessar que aquelas cadeiras das catacumbas do Centro de Congressos - leia-se auditórios VI e VII - são do piorio, não são nada confortáveis pá! O que uma pessoa passou para dormir uns minutiiiinhos, caramba! xD Mudem lá isso, vá! É que neste dia, ou dormia ou dormia porque por lá atirados nem rede tínhamos e, por isso, não me podia pôr a ver as novidades do face. Triste sina! No regresso a casa, devíamos estar à espera de ver alguém com cartazes, balões e confettis na paragem certa do autocarro, porque passámo-la, soubemos que a deixámos para trás mas mesmo assim continuámos no autocarro à espera, à espera, à espera... até nos lembrarmos que 'ah e tal, se calhar era melhor sairmos aqui'. Depois, entre GPS's, mapa da cidade e a orientação fantástica da A. (esta não podia deixar escapar! =P) lá conseguimos chegar a casa. Ao jantar, e para compensar toda a energia gasta no caminho da paragem a casa, fomos encher a pança com um belo de um sushi. Ainda bem que somos todas apreciadoras e que na hora de escolher o que comer não foi nada difícil a decisão. ;)  
@Arigato SushiTowers, Sete Rios
(mais do que aprovado!)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Escolha difícil esta!







Entre uma e outra, venha o Diabo e escolha. Neste caso, o Cauã. É caso para dizer:





E não N., não te basta mudar o nome para Isis Valverde. É preciso muito mais. Não é que não sejas linda e maravilhosa - pelo menos para mim és :) - mas porra, estas duas são das mulheres mais bonitas do Brasil. Quem me dera (e não me refiro ao facto de terem aquele pedaço de mau caminho atrás delas!) =P

Tenho panca por anúncios, pronto.

Pronto, pronto, confesso. Gosto, que querem? E gosto particularmente dos desta altura do ano, dos natalícios. Este da Optimus está, simplesmente, delicioso. Njoy it! :)



Oh, tadinha da Grazi!

E uma pessoa sabe destas coisas logo num dia em que só deseja que o dia chegue ao fim para poder voltar à cama. O facto de estarmos a milhares de quilómetros de distância não é impeditivo, claro!

Weekend report parte I

Bem, vamos então lá a isto. Estava aqui a ver se ganhava coragem, entre as consultas, para ir escrevendo qualquer coisa mas ela não vinha e então decidi avançar mesmo sem ela. Pois que este fim de semana prolongado pela capital veio mesmo a calhar: 4 diazinhos num sítio diferente com pessoas que eu já não via há muito tempo mas, no fundo, era como se ainda na semana passada estivéssemos estado todos juntos. Por acaso, quando terminei o curso, achei que a ligação à maioria das pessoas com quem eu me dava iria acabar e que depois quando voltássemos a estar juntos fizéssemos só aquela conversa de circunstância. Mas não! A conversa fluiu com a naturalidade que nos era costume - óbvio que agora com outro tipo de conversas, porque há sempre alguma coisa que muda - mas não houve momentos em que fossem precisos desbloqueadores de conversa. E isso é muito bom! :)

A quarta-feira ficou marcada pela viagem, que quase não se ia fazendo. Eu saí tarde e a más horas do trabalho - sim, porque aos outros dias as poucas marcações que tenho são logo ao início da tarde, neste dia, foi tudo para o fim! - e entre fazer a mala, jantar e arranjar-me quase não estava pronta a horas. Já para não falar que os 3 minutos que a A. costuma demorar de sua casa até à minha foram multiplicados por 10, dado o carrego que a coitada trazia combinado com o terreno incerto da passagem. Pois, foram só quatro dias, mas entre roupa, mantas e, inclusivamente um colchão!, nós levámos a casa às costas.

Ao chegar a Lisboa tínhamos aquelas caras conhecidas que já estávamos à espera e ainda mais duas de bónus, o que se revelou um fim de noite bastante agradável.