sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Pergunta para queijinho #3 ... Hoje apetece-me Camembert!

Porque razão as meninas da SIC apresentam as sextas-feiras mágicas vestidas daquelas formas ridículas?

O Portugal-Suécia de logo à noite

Sou menina que gosta de futebol. Gosto do desporto em si (embora perceba pouco - ou nada, vá, para ser sincera! - de táticas e de posições e essas coisas todas por aí fora), mas gosto principalmente porque é o desporto que mais vezes junta os amigos à mesa para conviver. Verdade seja dita, não se combina um café com os amigos para ver a prova dos 100 metros do Campeonato do Mundo de Atletismo, não é? =P E também é nessa altura, quando estou com amigos, que mais vibro com os jogos. Os do Benfica e os da Seleção. Quando Porto e Sporting sofrem golos, também costumo vibrar muito com isso. ;) E, portanto, logo será noite de ver futebol. Não vou aqui fazer nenhuma dissertação acerca de táticas nem de jogadores nem nada disso, só digo que estes dois jogos que se avizinham seriam escusados se os jogadores tivessem feito aquilo que lhes compete dentro das quatro linhas. Tinham mais do que obrigação para terem sido apurados, sem necessitar de play-off. Mas como tem de ser sempre assim, os portugueses têm de sofrer sempre até ao último minuto - e os benfiquistas também =P -, lá vamos nós disputar o apuramento com a Suécia (bem que nos podia ter calhado uma seleção mais fácil, mas não, nestas coisas também nunca temos essa sorte). Portanto, espero que esses meninos convocados para logo à noite esfolem braços e pernas, se esgatanhem todos mas que saiam da Luz com a vitória - e não é à águia que me refiro!. Não se ponham com paneleirices e não façam como o miúdo do vídeo que, em criança deu tudo por tudo e em adulto à primeira contrariedade pediu para ser substituído.
 
 

Presentes de aniversário #2

Eu que sou uma pessoa que não gosta de alturas; eu que tenho algum - muuuuuiiito! - medo de andar lá por cima sem sentir os pés assentes na terra; eu que sou capaz de me chatear a sério quando mexem comigo em relação a este assunto; eu que sou isso tudo, não me importava de receber - pasmem-se! - uma experiência de balão de ar quente. É que eu posso ser isso tudo, mas não gosto que esta minha condição me domine e faça com que eu não aproveite certos prazeres da vida só porque sim. Sim, teria muito medo enquanto estivesse lá por cima, sim, iria sentir-me a tremer dos pés à cabeça mas o que os meus olhos veriam compensava largamente este medo.
 
Por isso, já sabem: sai um batismo de voo aqui para a menina no meu aniversário, ok? ;)

De preferência, que não seja em cima do mar, que aí já seria a conjugação de dois medos e era certinho que não resistira ao voo. =P


 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Só por causa das moscas!

Inspirei-me nesta notícia e neste miúdo e superei-me. Hoje na corrida, passei os 7km. Corri entre 7200 a 7680 m. É só correr o triplo e estou pronta para a meia maratona. -.- Coisa pouca. Nem daqui a um ano.

Nossa que 'biolêêêência'!

É com notícias destas que eu me sinto uma lontra. Então o miúdo corre-me 21km, em 2h30min e eu nem 1 hora seguida consigo correr, não passando ainda dos 7km?!  Caraças pah! Mais valia não ter sabido disto. É que se o propósito era fazer-me sentir mal, parabéns!, conseguiram. A minha alma está parva!

Pedaços de cá #6 : Moura Encantada por Castro Marim

 
 












"Está Castro Marim situado na cabeça de um monte alto, de todas as partes cercado de mar senão de poente, e o sítio é bem acomodado ao lugar donde está, que é fronteira de Castela, onde tem por competidora uma grande vila, mas espalhada, chamada Aiamonte (...). 
  
É o mais desta vila cercado com boa fortaleza e o seu arrabalde e tudo junto representa majestade aos que vêm de longe, pelo ligar alteroso, em que está posta, com que mostra seus edifícios, tudo o qual bem considerado, parece que favorecido pela natureza, está ameaçando não só a sua vizinha Aiamonte mas toda a Castela. (...)”. 
  
 In Frei João de S. José, Chorograhia do Reyno do Algarve (1577)

Clicks! #5



Não basta abrir a janela
Para ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
Há só cada um de nós, como uma cave.
Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.


Não basta, Alberto Caeiro

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

"Vive, vive agora o melhor que podes"

"Aparece-me uma das minhas velhotas favoritas. Bem disposta e sempre chorona. A filha dela é aquela a quem aplico uma injeção semanalmente. A filha dela é aquela que foi atirada de um carro em andamento pelo marido. É aquela que tem problemas do foro imunológico. Artrite reumatóide. Psoríase. É aquela que vi demorar mais de 30 minutos desde o gabinete onde lhe aplico a injeção até à porta, amparada pela mãe e cheia de dores, de não conseguir apoiar os pés no chão. É aquela que tem os nós dos dedos todos tortos, a barriga picada e o corpo inchado da cortisona. É aquela que usa unhas de gel sempre na cor da moda, usa roupa e acessórios fashion e que se maquilha diariamente como uma lady. Perguntei por ela. Que não lhe administrei a injeção na semana passada.


- Já não faz. Agora só cortisona.

- Então?

- Estamos à espera de uns resultados de uns exames. Tem aquele vírus do útero. Se calhar é cancro. Veja lá, ela que foi operada há dois anos para tirar um quisto. Sabe (olhos cheios de lágrimas), tudo lhe acontece. Tudo. Ela não vai viver até à minha idade. Não vai. E estou sempre a dizer-lhe Vive, vive agora o melhor que podes."
 
 
 
Fiquei sem palavras. O melhor é realmente vivermos agora o melhor que podemos. Nunca sabemos o que nos pode acontecer. E agradecer. Agradecer por que ainda podemos. Daqui.

Preguicite aguda!

Quando se aliam a incapacidade para pensar em algo para jantar e a preguiça para cozinhar, o melhor é não insistir muito e misturar alguns ingredientes que por lá se tenham em casa, na esperança que saia algo comestível. Hoje estava num dia assim. Estava capaz de ir jantar a qualquer lado só para não ter que cozinhar. Mas ninguém me quis acompanhar e ir sozinha seria um pouco fatela. =P Então, quase que ia deixando que a preguiça se apoderasse na totalidade de mim e estava pronta para comer uma qualquer merdice que tivesse por casa. Mas comecei a misturar ingredientes e a pensar quais é que podia juntar ainda mais. No fim, saiu isto:
 
 
 
 
Estava bom. Era o que se pretendia. Quase que podia ter participado no Festival Gourmet do Algarve. ;)

Quando o descanso é assim...

Até sabe melhor. Trabalhei de manhã, a horas que não era suposto, e 'deram-me folga' à tarde; só precisando estar atenta ao telemóvel caso aparecesse alguma urgência. Não apareceu. E eu disfrutei de umas horinhas boas neste sítio, com boa companhia. Recomendo.
 

 
 
@ WAX Restobar, Praia de Faro.