quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Quando o descanso é assim...

Até sabe melhor. Trabalhei de manhã, a horas que não era suposto, e 'deram-me folga' à tarde; só precisando estar atenta ao telemóvel caso aparecesse alguma urgência. Não apareceu. E eu disfrutei de umas horinhas boas neste sítio, com boa companhia. Recomendo.
 

 
 
@ WAX Restobar, Praia de Faro. 

A primeira vez!

Dos meus pais. Foi ontem. Não, não leram mal. Foi mesmo ontem a primeira vez que comeram sushi. Bem, na verdade a minha mãe já tinha provado, mas tinha sido há uns anos e eu também ainda não dominava isto do ser viciada e não soube aconselhar as melhores peças para ela comer. Portanto, considero que ontem foi a primeira vez dela também. O meu pai não é destas coisas. É mais de bacalhau com batatas e grão, cozido à portuguesa, cabritos e por aí. Portanto, ontem quando provou adorei ver as caras que ele fazia quando punha as peças à boca. Foi engraçado! Já para não dizer que ao destreza manual não é o seu forte e comer com pauzinhos, mesmo que com elásticos, foi um filme! No fim, nunca disse que não gostou, mas percebeu-se pelas caras de quase vómito que aquilo não estava a ser propriamente um manjar dos Deuses para ele. Quanto à minha mãe, está pronta para ficar viciada a partir da próxima vez. Os do costume, lambuzaram-se.
 
 
 
Estas peças aqui do lado direito, em baixo, estavam qualquer coisa de extraordinário: Hot Sushi Ya frito. 

Clicks! #4



Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender.

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo.

Eu não tenho filosofia; tenho sentidos.
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar.
 
Fernando Pessoa

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Clicks! #3



 
No comboio descendente
Vinha tudo à gargalhada,
Uns por verem rir os outros
E os outros sem ser por nada
No comboio descendente
De Queluz à Cruz Quebrada.

No comboio descendente
Vinham todos à janela,
Uns calados para os outros
E os outros a dar-lhes trela
No comboio descendente
Da Cruz Quebrada a Palmela.

No comboio descendente
Mas que grande reinação!
Uns dormindo, outros com sono,
E os outros nem sim nem não
No comboio descendente
De Palmela a Portimão.
 
No comboio descendente, Fernando Pessoa
 
 
Quem diz Portimão, diz Castro Marim. Só não rima.

Clicks! #2 : o banho das gaivotas



Pedaços cá #5 : Vila Real de Santo António

Em imagens.











 













Sabe bem! #2

O toque de pernas depiladas em lençóis lavados.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Envelhecer é tramado!

E ver estes gifs é assustador! (sim, é link!)

A ASAE e as suas proibições

Diz-se, por aí, que a ASAE proibiu a comercialização de castanhas assadas nos cartuchos feitos de folhas de jornal.
 
Parece que a proibição se prende com o facto de as folhas já terem sido usadas e de terem desenhos ou inscrições. Enfim. A mim, sabem-me bem melhor assim do que em folhas de papel branco. Mania? Talvez. Já para não falar que ao menos estamos a reutilizar essas folhas, enquanto que se forem utilizadas folhas brancas novinhas em folha, como parece que tem que ser , não.
 
Agora, pergunto eu: quantas pessoas já terão ido 'desta para melhor' por comerem a castanha assada vinda do belo cartucho de folhas de jornal ou páginas amarelas? Pois...!

Home sweet home!

...Ou a vontade que às vezes me dá de ter o meu espaço, aquele só meu! Onde possa furar paredes à vontade para pendurar o que me aprouver. Onde possa pintar paredes com as minhas cores. Onde possa decorar a sala com aquele sofá giríssimo e a estante a combinar. Ou seja, aquele espacinho, mesmo que pequenino, onde eu possa dizer que 'aqui é a minha casa!' e que foi decorada à minha maneira. Gosto de ir a alguma lojas de decoração e pensar 'se eu tivesse uma casa, onde é que eu colocaria isto ou aquilo?'. Para já, essa possibilidade ainda está longe. Começar do zero a decorar uma casa não está, de todo!, ao meu alcance num futuro próximo. Por isso, vou compondo com certos apontamentos este espacinho acolhedor onde agora estou e que é, de todos onde já estive, o mais perto daquilo que eu quero para mim. Esta semana, tornei o meu quarto, ainda mais meu.
 
 

 

 
 
 
 
Candelabros Loja do Gato Preto