A criança que ainda há em mim, deseja, desde que comecei a tirar o curso, por isto:
sábado, 12 de outubro de 2013
Bardices de cá #7
Abrem-se se as janelas da sala, vira-se o Duarte:
- Mas quê, é a Sibéria ali?! Apontando para a rua.
Não imaginam o frio que aqui está esta noite.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Há coisas que me agastam #2
E esta minha tendinite na pata de ganso é uma delas. Mas que raio! Anda uma pessoa a treinar para voltar a estar em forma e, assim que faz uns treinos com mais regularidade, pimbas, o joelho queixa-se logo, grandessíssimo fdp*! Agora resta-me, o gelo. O meu melhor amigo, nos próximos dias.
*perdoem-me as asneiras, mas não me contenho.
Bardices de cá #6 :Acabadinho de acontecer
Diálogo entre mim e o Duarte:
D - Catarina, roupinha para lavar?
Eu - Sim, tenho. De qual?*
D a olhar para mim com ar sério - Ainda vou fazer o estudo...
*Leia-se: branca ou escura
D - Catarina, roupinha para lavar?
Eu - Sim, tenho. De qual?*
D a olhar para mim com ar sério - Ainda vou fazer o estudo...
*Leia-se: branca ou escura
Há coisa que me agastam #1
Sabem aquela coisa da energia de retorno e que se as coisas nos começam a correr bem nós ficamos mais animados e motivados, atraímos mais energia positiva que, por seu lado, faz com que mais coisas boas nos aconteçam, formando-se, aí, um ciclo vicioso positivo? Pois, realmente acontece. Mas eu devo ter aqui neste cérebro de ervilha ranhoso algum ponto que, mesmo inconscientemente, me deixa sempre de pé atrás em relação às coisas positivas que me vão acontecendo. E depois, quando se começa este ciclo, os acontecimentos positivos vão realmente aparecendo, mas sempre com um pormenorzinho para complicar. Na mesma semana ligam-me duas clínicas. Para os mesmos dias. É disto que falo. Oh sorte.
Bardices de cá #5: Eu, Alfredo.
Passo a explicar.
Estão a ver os homens quando se mascaram de mulheres no carnaval e se lembram de calçar uns sapatos de salto e são incapazes de andar neles sem arquear pernas e sem parecer uns destrambelhados? Assim sou eu, quando calço saltos e tenho que percorrer os 50 centímetros de terraço empedrado entre o carro e portão. Nesse pequeno percurso, transformo-me em Alfredo, o travesti. É que não consigo caminhar direita naquelas pedras. Claro que depois volto à postura inicial e é como se não se tivesse passado nada, mas aqueles três passitos são coisa para acabarem com a reputação de uma pessoa.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Ponto de situação.
Após alguma horas de ressaca, o corpo lá se começou a habituar. Deixei de sentir suores frios e palpitações no peito. E lá consegui passar bem o resto do dia de ontem e toda a manhã de hoje sem o telemóvel (sim, estive a dormir, mas podia ter-me dado para acordar logo às 9h para ir a correr à clínica buscá-lo, não?!). Passei no teste. Não sou uma 'telemovelódependente'. cof cof
Desafabos #4
Espanta-me o enorme sentido prático de certas pessoas. E romantismo. Ui, o romantismo, então, nem se fala!
A minha alma está parva.
Quem dança, seu mal espanta!
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
WOW!!!
E eu que nunca tenho a sorte de estar no local certo à hora certa para presenciar uma coisa destas.
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