terça-feira, 13 de agosto de 2013

Here i go again

Mil perdões, mil desculpas! Bem sei que não me tenho portado bem e nem aqui tenho vindo, mas este fim de semana foi festa na aldeia e, bem eu não podia faltar não é? Assim que tenha as fotos, faço aqui o report da festa, com especial incidência na festa da telha. Porque, Telha é Telha.

sábado, 10 de agosto de 2013

das coisas tristes...

10 de Agosto de 2011. Já se passaram 2 anos, 730 dias, 17520 horas. Parece tanto tempo e, no entanto, este dia está presente na minha vida em todos os momentos. O dia em que pedi que estivesses comigo para comemorarmos juntos o terminar do meu curso no ano seguinte e o dia em que o destino, mais uma vez, me desfez os sonhos. Lembro-me de tudo nesse dia; como se tivesse acontecido ontem! Lembro-me do que estava a fazer em casa; lembro-me do que trazia vestido; lembro-me para onde fui assim que nos apercebemos. Na verdade, se eu pudesse ter desaparecido, acredita que o teria  feito. O dia seguinte não foi, também, propriamente bom; nem os seguintes. Mas aos poucos fomos todos obrigados a voltar à vida e a adaptarmo-nos à nova realidade. Mas houve coisas que nunca mudaram. Sabias que o sofá onde te costumavas sentar continua no mesmo sítio e com a mesma manta em cima? Nestes dias, todos disseram que tinha sido melhor assim. Melhor para quem, afinal? Só se for para eles! É que cá deste lado, preferia ter-te comigo mesmo que já não estivesses como sempre foste, do que já não te ter. Que puta de egoísta que eu sou, eu sei, mas é a verdade! É que dizem que a dor passa com o tempo. Mas a minha ainda aqui anda. Quanto tempo vai demorar para que passe?

10 de Agosto de 2011; o dia em que me amputaram a alma.

Tenho saudades tuas, avô! <3 
Isto é tudo muito lindo. Mas não há nada como voltar à terra, ver os mesmos sítios do costume mas, fundamentalmente, as mesmas pessoas. Já tinhas saudades vossas! :)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Lar Doce Lar ou O jeitão que a Tia Izi tem para estas coisas

A tia Izi é educadora primária. Mas bem que podia ser decoradora de interiores. Topem-me lá o que ela fez na casa que eu agora habito. Aqui, sinto-me em casa! :)






















quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Oh sorte! -.-

Folgo em saber tal coisa!






Primeira refeição na casa nova; a primeira de muitas, espero! Reparem na parede lá atrás. Só para ficarem com um lamiré de como serão as outras divisões... ;) amanhã, assim que tiver tempo, logo vos mostro o resto!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

ooh yeah!

1000 visualizações em menos de uma semana. Vamos no bom caminho. Se eu fosse famosa, teria já aqui alguém que quisesse fazer parceria comigo para um passatempo supé'fixe. Como não sou, resta-me pedir-vos que continuem a ler... Mas se fizerem muita questão, posso sempre oferecer uns brincos de pechibeque à primeira pessoa a comentar. Mas não façam, que isso ia dar-me um rombo no orçamento.




Acho que já me viciei no Japonês. Eu olho para aquelas fotos e só me apetece lá voltar já hoje. Aquelas peças de nigiri fazem de mim a pessoa com maior produção de salivar por segundo!

Há coincidências do caraças!

Vim parar ao fim do mundo. Quelfes tem apenas Igreja, Grupo Etnográfico, Escola Primária. No entanto, é uma freguesia, com cerca de 13000 habitantes. Isto é tão pequeno, que sinceramente, não sei onde estas pessoas estão todas. É que não me parece que as 5 casas que isto tem ao longo da única estrada que por aqui passa alberguem 13000 pessoas! Cá para mim, as pessoas dos Censos aldrabaram isto tudo para fazerem de Quelfes aquilo que Quelfes não é! 

No entanto, as duas pessoas que eu conheço no Algarve vivem cá e são praticamente vizinhas, como não poderia deixar de ser. Não se conhecem e eu também não fazia ideia disto. Com tanto sítio onde morar, tinham logo que vir parar a este que nem multibanco tem? 

E, para além disso, sabem quem viveu cá também? A Florbela Espanca. Coitada da senhora - já de si, neurótica - o que ela deve ter passado nesta pasmaceira. É que se isto é assim em 2013, não imagino como seria nos longínquos anos do início do século XX (1918, o ano em que ela cá viveu). 



(desculpem lá esta falta de qualidade da foto, que ficou ali com uma sombra ranhosa, mas a hora a que a tirei não foi a melhor)